segunda-feira, 2 de março de 2009

CADÊ O AMOR?

Onde estás amor?
Por que todos te têm
e eu não?
Serei eu o culpado,
o insensível, o equivocado?

Ou então, um egoísta,
um artista, um sem-compaixão;
aquele, que se auto-engana,
que só ama com o corpo
e nunca com o coração?

Será que morrerei
sem te conhecer,
sem te saborear,
enfim, sem te vivenciar?
Quão... preciso de você!

Vem, amor, se achegue;
anseio-te, me aconchegue.
Não se oculte desse romântico;
quero ouvir o seu cântico,
a me levar e elevar.

Amor...
Queira-me como eu te quero,
permita-me ser feliz,
bem sabes que só tive paixões,
mas foi você que eu sempre quis!

ANTÔNIO POETA
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Um comentário:

  1. Mui belo esse poema meu querido Antonio!
    A busca sofrida por sua metade que se faça
    presente em tua vida. Parabéns meu lindo,
    amodoro-te e admiro demais teu trabalho!

    bjos sempre♥

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