Que peça atrozMe pregou a vida.
Sem eco a voz,
Da alegria finda!
Mofa estradeira,
Cravejando a alma.
Vertendo sangue,
Padecendo sonhos...
Assim chorei,
Até secar as lágrimas.
Findar as dores,
E velar feridas!
Pesar somente,
E se vingar vivaz.
Lastimar contente,
O que se tem ausente.
Acreditar presente,
Ósculos ardentes.
Enquanto, no peito vive,
A mais verdadeira mágoa!
NICE ARANHA
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